domingo, maio 15, 2011


Capitulo 1. Part3–Emili

Eu nunca havia dito coisas tão baixas em toda a minha vida mas aquilo me fez ficar de uma forma tão leve que ao invés de voltar chorando para casa eu voltei sorrindo pois eu realmente queria mudar a minha vida,e tudo dali por diante iria acabar.

Voltei para igreja mais não a católica,ela me aceitou do jeito que eu era ,não me criticou ,não me fez ser coisa que não era e eu enxergava mesmo Deus ali perto de mim me olhando e cuidando para que não entrasse no mal caminho novamente,é claro que nem minha avó nem minha mãe aprovaram mas respeitavam minha escolha eu estava feliz minha felicidade era plena.

Quando tive a minha primeira aparição,seus cabelos eram cacheados até seu ombro seu sorriso era angelical e delicadamente perfeito,vestia-se de branco e estava descalço ao olhar em meus olhos chegou bem perto de mim e me deu um beijo na testa.

_Fico feliz por você ter achado o caminho certo Emili,Deus me mandou aqui para ser seu guardião.

Meus olhos não estavam crendo no que eu havia visto era tão tranquilizador, sua voz era macia e doce .Então ele se apresentou para mim.

_Meu nome é Anael,sou seu anjo e sempre vou estar aqui somente por você.

Ele era como uma miragem em um deserto e eu estava tão eufórica e um pouco amedrontada pois ainda não acreditava que aquilo estava acontecendo justo comigo que não fui tão boa moça .

Minha vida estava voltando ao normal,eu e minha mãe ainda discutíamos mas era bem menos que o de costume não ficamos próximas mas as provocações de ambas acabaram até que um certo dia ela veio me pedir perdão não havia como eu a perdoar por todos aqueles anos e se eu perdoa-se seria falsamente então não disse nada para feri-lá e muito menos para lhe dar falsas esperanças eu a amava afinal de contas ela era minha mãe mesmo com seus defeitos ela era a mulher que me criou.

Anael me elogiava por cada coisa boa que fizera eu me sentia limpa , boa e sempre procurava ajudar as pessoas até mesmo Monique eu a perdoei mas nossa amizade já tinha acabado e Anael disse que sou um ser humano não posso ser perfeita nem esquecer das coisas pois essa é a minha natureza errar mas aprender a consertar as coisas mesmo que seja muito difícil para mim .Ele me entendia e me completava as vezes eu achava que estava apaixonada por ele pois além da sua beleza celestial ele era o meu melhor amigo além do meu protetor e eu ficava feliz de ter ele em minha vida.

Passei um ano depois de tudo o que aconteceu ajudando as pessoas,eu era uma menina normal,agia como uma garota comum da igreja eu sabia que uma mudança tão drástica não seria tão possível em tão pouco tempo mas eu podia mudar aos poucos era necessário para a minha felicidade e eu estava feliz sendo daquela forma eu estava plena tenho alguém para me guiar para um lugar melhor do que eu estava.

Conheci Jean um garoto muito bom que era do meu bairro ele não era como muitos que havia conhecido ah um tempo atrás ele era diferente nos tornamos amigos muito amigos mesmo ele ia sempre em minha casa para conversarmos e até dormia lá minha mãe achava que ele era uma espécie de mariquinha então tinha passe livre dentro da minha casa pra entrar e sair como se fosse uma amiga minha eu gostava disso apesar de saber que ele não era isso pois ele gostava de mim. Até então um dia ele me chamar para irmos a uma festa eu inocentemente fui com ele dançamos a festa inteira como amigos ,bebemos refrigerante por que ele sabia que não colocaria um pingo de álcool em minha boca pois queria ter meu corpo purificado e limpo e não poluído e depois cometer os mesmos erros de antes. Nessa festa eu vi Anael duas vezes e na primeira vez ele não estava com uma cara muito boa não conseguia me comunicar com ele pois ele desapareceu quando tentei me aproximar ,nisso eu e Jean fomos para fora com uns amigos dele que aparentemente pareciam pessoas boas eram 2 meninas e 3 meninos eu não estava entendendo por que eles saíram da festa fomos todos para um beco que havia na próxima rua quando chegamos lá uma das meninas tirou um espelho pequeno e quadrado enrolado em um pano vermelho de veludo e o colocou em cima de um murinho que havia no beco o outro menino tirou do seu bolso um saquinho com uma coisa branca dentro e uma espécie de canudo então eu o vi colocando aquele pó branco em cima do espelho em linha reta e logo então pegou o canudo e cheirou aquilo com uma ferocidade e logo depois limpou o seu nariz, então todos os outros inclusive Jean fizeram o mesmo , chegou a minha vez e lá estava eu quando Jean me disse.

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